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Luiz Gustavo Mori e o papel da tecnologia na melhoria do atendimento ao paciente

A tecnologia vem ocupando um papel cada vez mais importante na melhoria do atendimento ao paciente. Em clínicas, hospitais, laboratórios, operadoras e sistemas públicos, ferramentas digitais ajudam a organizar informações, reduzir burocracias, melhorar a comunicação e tornar a jornada de cuidado mais eficiente, segura e humanizada.

A transformação digital na saúde não se resume ao uso de equipamentos modernos. Ela envolve a criação de processos mais inteligentes, integrados e acessíveis, capazes de facilitar o trabalho dos profissionais e melhorar a experiência de quem busca atendimento.

Segundo Luiz Gustavo Mori, especialista em tecnologia e gestão, a inovação aplicada à saúde deve ter como principal objetivo aproximar o paciente do cuidado.

“A tecnologia deve simplificar a jornada do paciente, reduzir barreiras e ajudar profissionais a oferecerem um atendimento mais organizado, seguro e humano”, afirma Luiz Gustavo Mori.

A tecnologia transforma a jornada do paciente

A experiência do paciente começa muito antes da consulta. Ela envolve a busca por informações, o agendamento, a confirmação do horário, o atendimento inicial, a consulta, os exames, o acesso aos resultados, as orientações posteriores e o acompanhamento contínuo.

Quando essas etapas são desorganizadas, o paciente enfrenta atrasos, dúvidas, retrabalho e insegurança. Sistemas digitais podem tornar essa jornada mais clara e previsível.

Para Luiz Gustavo Mori, melhorar o atendimento significa olhar para todos os pontos de contato.

“O paciente não percebe apenas o momento da consulta. Ele avalia a facilidade para marcar um horário, a clareza das informações, o tempo de espera e a forma como é acompanhado depois do atendimento”, explica.

Agendamento digital reduz barreiras de acesso

Uma das formas mais simples de utilizar tecnologia para melhorar o atendimento é por meio do agendamento digital. Plataformas online permitem que pacientes consultem horários disponíveis, marquem consultas, recebam lembretes e façam remarcações com mais praticidade.

Esse tipo de solução reduz o volume de ligações, diminui falhas de comunicação e melhora o aproveitamento das agendas.

Para instituições de saúde, o agendamento digital permite acompanhar melhor a demanda e reduzir horários ociosos. Para o paciente, oferece mais autonomia e conveniência.

Segundo Luiz Gustavo Mori, pequenas melhorias no acesso podem gerar grande impacto.

“Quando o paciente consegue marcar, confirmar ou remarcar uma consulta com facilidade, a instituição reduz burocracias e melhora a experiência desde o primeiro contato”, afirma.

Prontuários digitais fortalecem a segurança do cuidado

Os prontuários digitais são fundamentais para melhorar a qualidade do atendimento. Eles permitem reunir informações clínicas, exames, prescrições, alergias, diagnósticos, histórico de consultas e evolução do paciente em um ambiente mais organizado.

Com essas informações disponíveis aos profissionais autorizados, o atendimento se torna mais seguro e completo. O paciente não precisa repetir tudo a cada consulta, e o profissional consegue compreender melhor sua trajetória de saúde.

Segundo Luiz Gustavo Mori, informação organizada é uma das bases do bom atendimento.

“Um prontuário bem estruturado ajuda o profissional a tomar decisões com mais contexto. Isso reduz perda de dados, evita retrabalho e fortalece a continuidade do cuidado”, destaca.

Comunicação clara melhora a relação com o paciente

A tecnologia também pode melhorar a comunicação entre instituições de saúde e pacientes. Mensagens automáticas, canais digitais, aplicativos, portais e plataformas de atendimento ajudam a orientar sobre consultas, preparo para exames, resultados, retornos e cuidados posteriores.

Uma comunicação clara reduz faltas, evita dúvidas e aumenta a confiança do paciente no serviço.

Para Luiz Gustavo Mori, tecnologia deve tornar a informação mais acessível.

“O paciente precisa entender o que deve fazer, quando deve retornar e quais cuidados precisa seguir. A comunicação digital pode apoiar esse processo, desde que seja simples, clara e segura”, afirma.

Telemedicina amplia possibilidades de atendimento

A telemedicina se tornou uma ferramenta importante para ampliar o acesso ao cuidado. Consultas remotas, retornos online e orientações digitais podem beneficiar pacientes que vivem longe dos grandes centros, têm dificuldade de locomoção ou precisam de acompanhamento frequente.

Esse modelo pode ser especialmente útil para acompanhamentos, avaliações iniciais e retornos que não exigem exame físico imediato.

No entanto, Luiz Gustavo Mori reforça que a telemedicina deve ser usada com responsabilidade.

“O atendimento remoto amplia possibilidades, mas não substitui todas as consultas presenciais. A tecnologia deve ser aplicada com critério, respeitando a necessidade clínica de cada paciente”, explica.

Resultados de exames mais acessíveis

O acesso digital a resultados de exames também contribui para melhorar o atendimento ao paciente. Em vez de depender exclusivamente da retirada presencial de documentos, muitos pacientes podem consultar laudos e resultados por plataformas seguras.

Isso agiliza retornos, facilita o compartilhamento com profissionais autorizados e reduz deslocamentos desnecessários.

Para Luiz Gustavo Mori, o acesso à informação deve facilitar a continuidade do cuidado.

“Quando o paciente consegue acessar seus exames com segurança e rapidez, o acompanhamento se torna mais eficiente. A tecnologia reduz esperas e ajuda a organizar melhor a próxima etapa do atendimento”, afirma.

Automação reduz tarefas repetitivas e melhora fluxos

Muitas atividades administrativas em saúde são repetitivas e consomem tempo das equipes. Confirmação de consultas, envio de lembretes, organização de documentos, preenchimento de cadastros e emissão de relatórios podem ser otimizados por automação.

Com isso, profissionais ganham mais tempo para atividades que exigem atenção humana, análise e acolhimento.

Segundo Luiz Gustavo Mori, automação deve fortalecer o cuidado, não afastá-lo.

“Automatizar processos é uma forma de liberar a equipe da burocracia. Quando a operação fica mais simples, o atendimento pode se tornar mais próximo, ágil e humanizado”, comenta.

Inteligência artificial pode apoiar profissionais

A inteligência artificial vem sendo utilizada para organizar informações, identificar padrões, apoiar análises e auxiliar processos administrativos. Na saúde, seu uso pode contribuir para triagem de demandas, análise de dados, organização de prontuários e apoio à tomada de decisão.

A IA pode ajudar profissionais a lidar com grandes volumes de informação, mas precisa ser utilizada com supervisão, segurança e responsabilidade.

Para Luiz Gustavo Mori, a inteligência artificial deve ser vista como ferramenta de apoio.

“A IA pode ampliar a capacidade de análise, mas não substitui o profissional de saúde. Seu papel deve ser apoiar decisões, melhorar fluxos e tornar o atendimento mais eficiente”, afirma.

Dados ajudam a personalizar o atendimento

A análise de dados permite compreender melhor o perfil dos pacientes, suas necessidades, riscos e histórico de atendimento. Com informações bem organizadas, instituições podem planejar retornos, identificar pacientes que precisam de acompanhamento e melhorar a comunicação.

Esse uso estratégico dos dados pode tornar o atendimento mais personalizado e preventivo.

Segundo Luiz Gustavo Mori, dados devem ser usados para aproximar o cuidado da realidade do paciente.

“Quando a instituição conhece melhor a jornada do paciente, consegue oferecer um acompanhamento mais adequado, reduzir falhas e agir de forma mais preventiva”, explica.

Saúde digital pode fortalecer o autocuidado

Aplicativos e plataformas digitais também ajudam o paciente a participar mais ativamente do próprio cuidado. Lembretes de consultas, registros de vacinas, orientações de rotina, acompanhamento de medicamentos e acesso a informações confiáveis podem estimular maior organização pessoal.

O Meu SUS Digital, por exemplo, reúne informações de saúde do cidadão em um único ambiente e permite consultar documentos relacionados ao atendimento no SUS, conforme os dados registrados nos sistemas integrados à plataforma.

Para Luiz Gustavo Mori, tecnologia pode ampliar o protagonismo do paciente.

“O paciente precisa ter acesso às suas informações de forma clara e segura. Isso ajuda a fortalecer o autocuidado e melhora o diálogo com os profissionais de saúde”, afirma.

Segurança de dados é indispensável

A melhoria do atendimento ao paciente precisa caminhar junto com a proteção das informações. Dados de saúde são sensíveis e envolvem diagnósticos, exames, tratamentos, medicamentos e histórico clínico.

Instituições precisam adotar medidas como controle de acesso, autenticação em dois fatores, backups, criptografia, atualização de sistemas e treinamento das equipes.

Segundo Luiz Gustavo Mori, não existe saúde digital confiável sem segurança.

“A tecnologia melhora o atendimento quando também protege o paciente. Segurança de dados é parte essencial da qualidade e da confiança nos serviços de saúde”, alerta.

Acessibilidade digital amplia inclusão

A tecnologia também deve ser pensada para diferentes perfis de pacientes. Idosos, pessoas com deficiência, pacientes com baixa familiaridade digital ou moradores de regiões com menor conectividade podem enfrentar barreiras no uso de plataformas digitais.

Por isso, aplicativos e sistemas precisam ser simples, acessíveis e complementados por canais humanos de atendimento.

Para Luiz Gustavo Mori, inovação que exclui não cumpre seu papel.

“A tecnologia na saúde precisa ser acessível. Se uma solução digital dificulta o acesso de parte dos pacientes, ela precisa ser revista. O objetivo deve ser incluir, não criar novas barreiras”, observa.

Atendimento humanizado continua essencial

Mesmo com todos os avanços digitais, o atendimento ao paciente continua dependendo de escuta, empatia, clareza e responsabilidade profissional.

A tecnologia deve simplificar processos para que profissionais possam dedicar mais tempo àquilo que nenhuma máquina substitui: acolhimento, orientação e cuidado humano.

Segundo Luiz Gustavo Mori, o futuro da saúde será mais eficiente quando conseguir unir inovação e humanização.

“A tecnologia deve aproximar as pessoas do cuidado. Um atendimento moderno precisa ser digital quando necessário, mas sempre humano em sua essência”, afirma.

Caminhos para melhorar o atendimento com tecnologia

Entre os principais caminhos para utilizar tecnologia na melhoria do atendimento ao paciente estão:

  • Implantar agendamento digital;
  • Utilizar prontuários eletrônicos;
  • Integrar sistemas e setores;
  • Automatizar confirmações e lembretes;
  • Facilitar acesso a exames;
  • Oferecer telemedicina quando adequada;
  • Melhorar canais de comunicação;
  • Usar dados para acompanhamento preventivo;
  • Aplicar inteligência artificial com responsabilidade;
  • Proteger dados sensíveis;
  • Capacitar equipes;
  • Garantir acessibilidade digital;
  • Manter atendimento humanizado.

Para Luiz Gustavo Mori, tecnologia só gera valor quando melhora a experiência real do paciente.

“A inovação precisa ser percebida na prática. O paciente deve sentir que o atendimento ficou mais simples, seguro, rápido e acolhedor”, conclui.

Conclusão

Luiz Gustavo Mori destaca que a tecnologia tem papel fundamental na melhoria do atendimento ao paciente ao tornar processos mais organizados, reduzir burocracias, ampliar acesso, fortalecer a comunicação e apoiar profissionais de saúde.

Sua visão aponta para uma saúde mais digital, integrada, segura e centrada nas pessoas. Prontuários digitais, telemedicina, automação, análise de dados, inteligência artificial e plataformas de autocuidado são ferramentas importantes, desde que utilizadas com responsabilidade e foco no paciente.

Em um setor que lida diretamente com vidas, a tecnologia não deve substituir o cuidado humano. Ela deve criar condições para que esse cuidado seja mais eficiente, acessível e acolhedor.