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sexta-feira, setembro 17, 2021
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Tupy comemora recordes – com ou sem crise

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Companhia catarinense obteve o maior lucro líquido da história no terceiro trimestre

Em seu relatório, a Tupy informa que os meses de julho a setembro foram marcados pelo movimento de retomada das operações

Recorde tem sido uma palavra corriqueira na gestão da catarinense Tupy. Desta vez, foram três: maior Ebitda, lucro operacional e lucro líquido da história da companhia de Joinville. O resultado líquido da Tupy no terceiro trimestre foi de R$ 128 milhões, ante lucro de R$ 66,5 milhões no mesmo período de 2019 (veja todos os principais resultados na tabela ao final desta reportagem).

Em seu relatório, a Tupy informa que o terceiro trimestre foi marcado pelo movimento de retomada das operações, gerando crescimento expressivo nos resultados, fruto da recuperação, ainda que parcial, dos mercados atendidos pela companhia. “Observamos a recuperação gradual dos volumes e, principalmente, o forte crescimento das margens”, informa a empresa.

Os efeitos da Covid-19 impactaram significativamente as operações nos meses de abril e maio, devido à paralisação dos clientes. A empresa aproveitou a oportunidade para fazer alterações no processo produtivo no Brasil e no México, como a realocação de produtos e ferramentais entre as linhas, redesenho dos fluxos, avaliação diária do mix de materiais utilizados e desligamento de equipamentos menos eficientes, além da revisão de contratos com fornecedores de produtos e serviços.

“Essas ações, bem como ao melhor mix de produtos e desvalorização cambial, contribuíram para o forte desempenho das margens nesse período em que alcançamos também o maior lucro operacional, lucro líquido e Ebitda da história, a despeito da queda dos volumes e da inflação de materiais e outros custos. E, mais importante, trouxeram mudanças estruturais para as operações,cujos benefícios se manterão nos próximos trimestres”, prevê a Tupy.

A empresa segue observando a recuperação gradativa dos volumes físicos de venda,que entre julho e setembro apresentaram queda de 26% na comparação anual, porém, 79% superior ao segundo trimestre. Já no mês passado, em comparação com o mesmo período de 2019, a queda foi de 16%, sendo que a receita líquida foi levemente superior do exercício de 2019. “O retorno gradual dos volumes e consequente diluição de custos fixos,bem como a perspectiva do aumento da participação de produtos usinados e com ligas especiais também contribuirão para o crescimento das margens ao longo do tempo”, antecipa a companhia. Se tudo ocorrer como o planejado, novos recordes poderão ser alcançados. Resta, agora, aguardar pelo próximo anúncio de resultados.

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