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Conexões que transformam acesso em crescimento

Ecossistemas de relacionamento e conhecimento vêm criando novas possibilidades para empresários que buscam escalar negócios, ampliar repertório e acessar oportunidades que normalmente não chegam ao mercado por vias convencionais

Há uma diferença cada vez mais perceptível entre estar em um ambiente de negócios e fazer, de fato, parte dele. Para empresários que já construíram operações relevantes, o próximo estágio de crescimento nem sempre está relacionado apenas a capital, estrutura ou investimento. Muitas vezes, está no acesso às pessoas certas, às conversas certas e aos ambientes em que decisões, oportunidades e conexões acontecem antes de chegarem ao mercado. É nesse contexto que a trajetória de Tony Conzendey, fundador e CEO do Instituto Visão Solidária (IVS) e criador do projeto social Criança de Visão, vem ganhando uma nova dimensão.

À frente de uma rede de franquias de óticas em expansão pelo Brasil, Tony passou a integrar de maneira mais próxima o ecossistema empresarial construído por Ricardo Nunes, fundador e presidente do Grupo R1 e também fundador da Ricardo Eletro. A aproximação ampliou não apenas sua rede de relacionamento, mas também o campo de possibilidades para a expansão de negócios, posicionamento e projetos de impacto social. A participação no Clube R1 passou a colocar Tony e sua marca em contato recorrente com empresários, executivos, investidores, marcas e diferentes setores da economia, em um ambiente no qual relacionamento deixa de ser apenas networking e passa a funcionar como ferramenta estratégica de negócios.

“Eu sempre acreditei que crescimento não acontece sozinho. Você pode ter uma empresa estruturada, um bom produto, uma boa operação e disposição para investir. Mas existem determinados ambientes aos quais você simplesmente não chega apenas com dinheiro. O que mudou para mim foi compreender o valor de estar próximo de pessoas que já percorreram caminhos que eu ainda estou percorrendo”, afirma Tony Conzendey.

Segundo o empresário, a experiência também trouxe uma percepção diferente sobre o conceito de acesso.

“Existem oportunidades que você pode tentar comprar, patrocinar ou perseguir durante anos. E existem oportunidades que surgem porque você está no ambiente certo, construindo relações verdadeiras e entregando valor. Essa diferença é enorme. O Clube R1 me permitiu enxergar e viver situações que, sinceramente, eu considero que seriam muito difíceis de alcançar apenas por investimento financeiro”, complementa.

A dinâmica por trás desse movimento está diretamente relacionada à trajetória de Ricardo Nunes. Com mais de três décadas de atuação no mercado, o empresário construiu sua carreira no varejo e esteve à frente da expansão da Ricardo Eletro, transformando uma operação que começou com uma estrutura enxuta em uma das marcas de maior reconhecimento e valor do varejo brasileiro. Ao longo dessa trajetória, acumulou não apenas experiência empresarial, mas uma rede de relacionamentos construída durante décadas de negociações, decisões, parcerias e convivência com diferentes setores da economia. Hoje, parte desse patrimônio relacional está estruturada dentro de um ecossistema próprio, que busca aproximar empresários e criar oportunidades de conexão que ultrapassam a lógica tradicional de networking. Para Ricardo, compartilhar essa experiência é uma extensão natural de sua própria trajetória.

“Eu passei mais de 30 anos construindo negócios, errando, acertando, negociando, conhecendo pessoas e entendendo como os mercados funcionam. Uma coisa que aprendi é que conhecimento só ganha valor quando consegue gerar transformação para outra pessoa. O que fazemos no R1 é justamente criar ambiente para que empresários possam trocar, se conectar e encontrar caminhos que talvez sozinhos demorassem muito mais tempo para encontrar”, afirma Ricardo Nunes.

A proposta, segundo ele, não é simplesmente ampliar uma agenda de contatos.

“Não se trata de apresentar um empresário para outro e esperar que alguma coisa aconteça. Existe contexto, existe confiança, existe reputação e existe o momento certo. Quando você consegue colocar essas quatro coisas juntas, uma conversa pode se transformar em negócio, uma relação pode se transformar em parceria e uma oportunidade pode mudar o patamar de uma empresa”, explica.

O caso de Tony ilustra uma transformação que vem ganhando espaço no ambiente empresarial: a percepção de que relacionamento de alto nível pode ser tão estratégico quanto capital, tecnologia ou estrutura comercial No Grupo R1 orelacionamento é um ativo estratégico.

A lógica do high level relation parte justamente desse princípio. Não se trata de quantidade de contatos, mas da qualidade das conexões, da capacidade de compreender os interesses envolvidos e, principalmente, de criar aproximações que façam sentido para todos os lados. Nesse modelo, o relacionamento passa a ser tratado como um ativo empresarial. Para empresários que já possuem produtos, serviços e operações consolidadas, o desafio muitas vezes deixa de ser simplesmente vender mais. Passa a ser encontrar os ambientes capazes de acelerar posicionamento, abrir novas frentes, aproximar grandes players e colocar suas marcas diante de interlocutores que dificilmente seriam acessados pelos canais convencionais. É uma mudança de perspectiva: do networking espontâneo para uma arquitetura estratégica de relacionamento. 

No caso de Tony Conzendey, essa dinâmica acontece paralelamente à expansão de uma operação que já ultrapassou a lógica de uma única unidade de varejo e se consolidou como uma rede de franquias de óticas com presença em diferentes regiões do país. Ao mesmo tempo, o empresário vem ampliando o alcance de iniciativas de impacto social, entre elas o Criança de Visão, projeto criado para levar atendimento e cuidado com a saúde visual a crianças. A combinação entre negócio, relacionamento e propósito passou a criar novas possibilidades para a marca.

“Quando você consegue colocar uma empresa que tem capacidade de gerar negócio dentro de um ambiente que também valoriza propósito, relacionamento e impacto, as possibilidades mudam. O Criança de Visão deixa de ser apenas um projeto social e passa a fazer parte de uma conversa maior sobre responsabilidade, empresas e transformação”, afirma Tony.

Um dos aspectos mais relevantes dessa experiência está justamente na natureza das oportunidades proporcionadas pelo ecossistema e da sua força que não tem como atribuir valor financeiro. Existem ambientes empresariais cujo valor não está em uma entrada, uma inscrição ou em uma cota de patrocínio. O valor está na credibilidade acumulada por quem os construiu e nas relações que foram estabelecidas ao longo de décadas. É por isso que determinados acessos são percebidos por empresários como oportunidades que não seriam necessariamente obtidas apenas por investimento financeiro.

“Dinheiro abre algumas portas. Mas não abre todas. Existem portas que só abrem quando existe confiança, histórico e relacionamento. E isso leva tempo para ser construído. Quem as tem, tem um tesouro inestimável”, resume Ricardo Nunes.

A experiência de Tony reforça essa percepção.

“Eu poderia investir muito dinheiro tentando chegar a determinados lugares e pessoas, mas isso não significa que eu seria recebido da mesma maneira ou que eu de fato conseguiria. Quando você chega por meio de uma relação construída com credibilidade, você não está simplesmente entrando em uma sala. Você está entrando em uma conversa que já tem contexto e assim, você já chega com crédito.”, diz o empresário.

Essa é uma das características que vêm fazendo do ambiente criado por Ricardo Nunes um ponto de aproximação para empresários em diferentes estágios de crescimento. Mais do que um espaço de networking, a proposta é criar uma comunidade empresarial na qual conhecimento prático, relacionamento e oportunidade possam circular de maneira mais orgânica.

De empresário para empresário

A aproximação entre Tony Conzendey e Ricardo Nunes também revela uma característica particular desse modelo: a troca acontece entre empresários que conhecem, na prática, os desafios de construir e escalar uma empresa. Não há apenas uma relação entre educador empresarial e acadêmico empresarial. Existe uma interlocução entre quem já construiu uma trajetória empresarial extensa e quem está em processo de ampliar uma operação nacional. Ricardo traz para esse ambiente a experiência acumulada em décadas de varejo, enquanto empresários como Tony chegam com suas próprias histórias, operações, mercados e desafios. É dessa combinação que surgem novas possibilidades.

“O meu papel não é dizer para o empresário o que ele deve fazer. É compartilhar aquilo que eu vivi, aquilo que funcionou, aquilo que não funcionou e colocar pessoas em contato. A decisão continua sendo de cada empresário. Mas ele não precisa tomar todas as decisões sozinho”, afirma Ricardo.

Para Tony, essa proximidade tem produzido uma mudança que vai além dos negócios.

“Eu entrei buscando conhecimento, mas encontrei também repertório. Estar próximo de empresários que estão em outros mercados, em outras escalas e que enfrentaram desafios diferentes dos meus faz você voltar para a sua própria empresa enxergando coisas que antes não enxergava.”

O movimento evidencia uma transformação importante no ambiente empresarial brasileiro: em uma economia na qual informação está cada vez mais disponível, acesso qualificado, confiança e relacionamento passaram a assumir um peso ainda maior. E, para empresários que já possuem uma história construída, o próximo salto pode estar menos relacionado a quanto estão dispostos a investir e mais relacionado a com quem estão conectados, onde estão presentes e quais conversas conseguem acessar. É nesse espaço que experiências empresariais, relacionamento estratégico e oportunidades de alto nível passam a se encontrar.

SAIBA MAIS

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