Desde o dia 1º de outubro, o Rio Grande do Sul já contabilizou 41 eventos de tempestades que impactaram 40 cidades, afetando um total de 14.034 cidadãos. Esses dados foram fornecidos pela Defesa Civil do estado, que também indicou que 33 municípios sofreram danos materiais ou humanos.
Os fenômenos climáticos mais frequentes incluem vendavais, granizo, inundações e raios. O impacto dessas condições resultou em pelo menos 312 pessoas desalojadas, além de danos em 506 residências, com 189 delas tendo seus telhados danificados e 138 enfrentando alagamentos. Também foram identificados prejuízos em nove escolas, dois centros de saúde, quatro instituições públicas e seis outros tipos de estabelecimentos.
Apesar da gravidade das circunstâncias, o relatório não registrou mortes confirmadas ou sob investigação, nem desaparecimentos. Não há também registros de casas completamente destruídas no levantamento.
Maior número de afetados está em Júlio de Castilhos
O município de Júlio de Castilhos se destaca como o mais afetado, com 9.084 pessoas impactadas pelo granizo. O relatório indica que houve 21 casas destelhadas, uma escola danificada, além da queda de três árvores e obstruções em três ruas locais.
Na lista seguinte está Santiago, onde o granizo afetou cerca de 2.000 moradores e causou danos a um estabelecimento de saúde. Em Estação, 1.092 pessoas foram atingidas; lá, foram registradas 273 residências danificadas, um centro de saúde e duas escolas entre os locais prejudicados.
Em Alegrete, as inundações impactaram 361 indivíduos. O levantamento aponta que 91 pessoas estão desabrigadas, enquanto outras 270 estão desalojadas devido a alagamentos em 119 casas.
Considerando apenas a contagem total dos danos materiais sem levar em conta a gravidade ou valor financeiro envolvido, Estação lidera com um total de 278 registros. Na sequência estão Getúlio Vargas com 147 e Alegrete com 119.






