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Cinco detidos em ação contra roubos de veículos na região metropolitana de Porto Alegre

Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão de cinco indivíduos suspeitos de fazer parte de uma quadrilha envolvida em roubos de veículos com violência, atuando em Porto Alegre e nas áreas adjacentes. A ação, denominada Operação Just Drive, foi realizada na manhã desta terça-feira (7).

No total, foram cumpridas 19 ordens judiciais durante a ação. Isso incluiu 13 mandados de busca e apreensão em localidades como Alvorada, Butiá e Getúlio Vargas, que ficam no Norte do Rio Grande do Sul. Além disso, foram realizadas investigações na Cadeia Pública de Porto Alegre (CPPA) e na Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ).

A investigação conduzida pela DRV/Deic (Delegacia de Repressão ao Roubo de Veículos) aponta que o grupo é suspeito de pelo menos sete assaltos entre os meses de outubro e novembro de 2025 em diversos bairros da zona norte da capital, incluindo Santa Maria Goretti, Parque Santa Fé e Sarandi.

Crimes orquestrados a partir da prisão

Segundo informações da Polícia Civil, a liderança da organização criminosa estava nas mãos de um homem já encarcerado. Ele seria responsável por planejar as ações criminosas, estabelecendo a logística necessária e direcionando o destino dos veículos furtados.

A investigação também revelou a participação de um casal que desempenhava um papel crucial na estrutura do grupo. Os dois eram motoristas que faziam o trajeto entre Alvorada e Porto Alegre para prestar assistência direta durante os assaltos.

Além disso, a polícia informou que os autores dos roubos residiam em Alvorada, utilizavam táticas violentas e foram identificados pelas vítimas ao longo do inquérito.

Investigação sobre entrega de itens ilícitos via drones

<pA investigação indicou que a quadrilha possuía locais destinados a esconder veículos roubados, realizar troca de placas e armazenar armas.

A Polícia Civil também está averiguando a possível participação do casal na entrega de materiais proibidos para unidades prisionais utilizando drones. A investigação sugere que eles se deslocavam até cidades como Butiá para facilitar a movimentação e entrega desses itens ilícitos, além de oferecer suporte logístico a outros membros do grupo.

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