Saudações aos apaixonados por cinema e boas discussões! Como estão todos? Hoje, venho compartilhar minha experiência com um filme que parece provocar reações distintas. Em minha visão – até o presente momento – é uma obra interessante dentro do terror e suspense. Contudo, alguns amigos tiveram impressões diferentes. Então, prepare-se com sua bebida preferida e vamos explorar “Exit 8” (Paris Filmes, 2025).
A trama gira em torno de um homem que se vê preso em um interminável túnel de metrô enquanto busca a tão falada Saída 8. As instruções são bem claras: não ignore nada que pareça fora do normal; se perceber algo anômalo, volte imediatamente; caso contrário, prossiga até a Saída 8. Atenção: qualquer pequeno erro pode levá-lo de volta ao início da jornada.
A ideia é bem simples e lembra a dinâmica de um videogame, já que a obra é inspirada em um. Um aspecto que vários colegas consideraram maçante eu achei fascinante. O fato de ter assistido com fones de ouvido em uma cabine virtual certamente contribuiu para a imersão na narrativa, mesmo sem estar em uma sala de cinema.
A história, embora bastante direta e sem grandes inovações, conseguiu me entreter. É importante lembrar que, neste ano, o gênero terror começou com produções fracas como o suposto “Terror em Silent Hill” e o decepcionante “Os Estranhos: Capítulo Final”. Assim, assistir algo que se destaca minimamente foi um alívio. Embora não seja um roteiro genial, funcionou para mim.
No início, fiquei intrigado à medida que o filme se desenrolava. Acredito que não saber previamente que se tratava de uma adaptação de um jogo trouxe uma experiência positiva para mim. Agora refletindo sobre isso, parece que nos tornamos o protagonista da história, vivenciando tudo em primeira pessoa.
Eventualmente, o filme muda para uma perspectiva mais convencional e conseguimos visualizar o personagem principal. Por essa razão, acredito que a experiência com este filme será única para cada espectador. Existem nuances que podem ser atraentes para alguns e cansativas ou repetitivas para outros. Pessoalmente, não tenho do que reclamar.
É uma produção diferente do habitual. Também é interessante observar como outras culturas lidam com suas rotinas diárias. O cotidiano das pessoas assemelha-se a uma linha de montagem em uma fábrica; todos repetindo os mesmos atos diariamente, utilizando os mesmos transportes e frequentando os mesmos lugares… Isso pode soar bastante mecânico. Uma realidade na qual poucos percebem o que acontece ao redor; todos estão focados nas suas próprias obrigações. O protagonista nem percebe que entrou em um labirinto enquanto nós, como espectadores, notamos rapidamente as peculiaridades desse ambiente.
“Exit 8” trouxe uma nova experiência cinematográfica, evocando a sensação de estar dentro de um jogo e querer auxiliar os personagens sem ter poder para isso. A obra se distancia dos clichês típicos de filmes de escapismo ao apresentar um cenário minimalista que combina muito bem com a trilha sonora envolvente. Trata-se de um terror que não depende de sustos gratuitos para criar tensão e aquele suspense: será que ele conseguirá escapar? E se estivéssemos em sua posição, como agiríamos?
Bom, meus queridos! Aproveitei bastante “Exit 8” e estou ansioso para saber as suas opiniões sobre o filme. Será que vocês vão se divertir e se envolver com ele? Vamos conversar depois da sessão! Um abraço carinhoso do Thi.
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